Sigo os teus rastros de ninguém,
Para ver, sentir, no meu peito,
Que esse meu nosso silêncio,
Não é só mais um silêncio casual.
E se em vão bates de novo à porta; pára.
Larga a carta calada no assoalho,
Deixa a brisa vibrar a corda,
E fazer arder de leve o corte,
Apuro no escuro a nossa calma fingida,
São as nossas rimas rasgadas,
Que azedam, esparramam o fel,
E cansam as gavetas abarrotadas de nós.
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