Quase regorjito o alimento do tanto que pulsa a indecisão dentro de mim. Não me agüento, não me sustento, atiro-me ao colchão por me faltarem forças e não me valerem os esforços que travo em manter-me de pé para me solucionar de vez. É, é, como me dói a imensidão do tempo que está por vir, como me dói sentir que enquanto abro a mão para alcançar o incerto eu deixo escapulir e se esvair num instante tudo o que eu já tenho. E ainda assim, levou um tempo, pra que eu tivesse quase nada, eu sei, e é por isso que olhar ao lado me dói, ah... e me dói demais.
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