Parecem leves as palavras que a maré leva
E mais tarde vem me devolver.
Retornam sempre disritmadas
Seus acentos roubados, seus tremas caídos,
Vêm todas incoerentes, embaralhadas,
Mas voltam sempre a me trazer o mar inteiro
No aroma de um grão de areia só.
Este que chega sem perceber-se intrometer
Nesses meus resquícios de saudade,
Nessas minhas intrigas casuais.
1 comentários:
oi, dia desses digitei uma palavre no google e o destino me mandou para o seu blog, li um texto, gostei, li mais um, mais um, já li todos e adorei. Fico imaginando como será você, sua aparência, o que faz da vida, sua idade (hora penso uma coisa, hora outra), a unica certeza que tenho é que você é de Brasília, e eu moro no Sul do País, moramos muito longe.
Já pensou em publicar um livro?
(um admirador).
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