E ter um espectro, uma silhueta, um rastro seu na minha mente é como reaspirar em mim o que eu já soprei ao vento, é reutilizar o estrago, é revender o defeito ao vendedor, é espremer fervorosamente o sumo da acidez na minha passividade, na minha tranqüilidade, no meu vazio, e fazer tremer o meu corpo, que entorna ao meu redor, no clímax da náusea, os resquícios da minha embriaguez, a me fazer afogar-me em mim.
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1 comentários:
você escreve muito bem, adoro o seu blog, ele é um tanto melancólico, assim como eu...
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