Deixa eu expor assim, sem medo
Que o tempo já me avisou demais,
Já virou casual ter que prever
E desistir de ir, de me abrir, só por saber
Que nada disso é de se importar
E, vá ver, quem importa, ainda assim,
Saiba ao menos imaginar.
(E me privo, e me esqueço, e me perco).
0 comentários:
Postar um comentário